Antienvelhecimento

Congresso Mundial de Antienvelhecimento
Paris, 8 à 12 de abril de 2008.

 

Tive a honra de estar entre os poucos médicos brasileiros presentes a este Congresso.

 

A Medicina está muito avançada e progride a largos passos na prevenção de doenças e na melhora da qualidade de vida e da performance inclusive após os 50 anos.

 

Vi médicos, bioquímicos, cientistas de diversas partes do mundo animados com seus estudos, fazendo projetos e gozando de boa saúde, vida sexual ativa inclusive após os 50 anos; vestidos como jovens, bem humorados, em forma, namorando, e praticando exercícios.

 

Tanta saúde e disposição é cada vez mais possível e disponível para nós brasileiros que, mesmo sendo parte dos países em desenvolvimento, possuímos médicos interessados nestas novas especialidades como a Nutrição Ortomolecular e o Antienvelhecimento.

 

Trocamos experiência e conhecimento com médicos de grandes personalidades como Madonna, Stallone, Reis e Rainhas que gozam de saúde, boa forma e vitalidade, não porque possuem uma genética privilegiada, mas sim porque trabalham ativamente junto aos seus médicos cuidando da alimentação e suplementando vitaminas, sais minerais e hormônios, praticando uma alimentação saudável e fazendo exercícios regularmente.

 

O estado de saúde que se alcança costumamos chamar de peak performance ou desempenho máximo. É um estado de alerta mental, disposição, bom humor, criatividade, libido satisfatória em que muitos pacientes me dizem:
“-  Dra, estou me sentindo viva! Parece que nada mais me abate.”
Nunca pensei que fosse possível experimentar tanta tranquilidade e segurança e ainda ter uma boa forma física.

 

Fico imaginando o que será para uma comunidade, país, planeta, viver com esta sensação, com esta performance e bem estar.

 

Com certeza, esta transformação que vem de dentro para fora deve fazer parte da construção de um mundo melhor.

 

E você, o que está fazendo para viver por mais tempo com boa qualidade de vida e aproveitando ao máximo?

 

Na minha opinião, é muito injusto trabalhar duro até os 50, 60 anos para chegar na idade de se aposentar e ficar cuidando de uma doença atrás de outra, sem energia ou libido.

 

Não precisa ser assim. Os recursos avançados da Medicina estão aí à nossa disposição.

 

Para saber mais sobre o Congresso clique aqui: www.euromedicom.com

 

Reposição hormonal

 

Parece inevitável. Com o passar dos anos, a pele fica mais flácida, a musculatura deixa de ser firme como antes, o cabelo pode cair, a energia diminui e, muitas vezes, o ponteiro da balança avança mostrando os quilos que você não tinha antes. Com tudo isso, claro, a autoestima despenca. Felizmente, a história pode ser diferente. +Reposição hormonal

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