Vitamina D contra o Câncer

Vitamina D é um fator de proteção para o câncer, bons níveis de vitamina D diminuem em até 50% o risco de diversos tipos de câncer – foi o resultado da pesquisa científica publicada por Garland et al em 2006, no American Journal of Public Health: O papel da vitamina D na prevenção do câncer.

 

Em 2007, foi publicado por Lappe et al, no American Journal of Clinical Nutrition, uma pesquisa ainda mais surpreendente: A suplementação de vitamina D e cálcio reduz o risco de câncer em até 77%.

 

Estas descobertas significam que a suplementação diária de Vitamina D e Cálcio poderia levar a uma diminuição de até 75% dos novos casos de câncer que apareceriam nos próximos 4 anos.

 

Um outro estudo recentemente publicado por Broe et al., em 2007 no Journal of American Geriatric Society, demonstrou que idosos que suplementam com Vitamina D e Cálcio sofrem menos quedas e possuem ossos menos frágeis.

 

Dados como estes demonstram que o sofrimento e a mortalidade diminuiriam com esta simples e barata suplementação vitamínica.

 

Por que estamos mais sujeitos a infecções no inverno? Por que faz frio? Porque faz menos sol, que diminui as concentrações de Vitamina D, que também é responsável pela defesa de nosso organismo.
Esta foi a conclusão do trabalho científico: Gripe epidêmica e Vitamina D, publicado por Cannell et al no Epidemiological Infectology em 2006.

 

Quantas pessoas, principalmente idosos morrem todo inverno devido a pneumonia causada por gripe? Quantas destas mortes poderiam ser evitadas através de uma suplementação vitamínica adequada?

 

Inflamação crônica é uma causa importante de diversas doenças como artrite reumatóide, dores crônicas, síndrome metabólica, doença cardíaca e derrame.
Um trabalho científico publicado em 2005 por Holick et al, no South Medical Journal, demonstrou que a vitamina D tem atividade anti-inflamatória e é importante para prevenir a Osteoporose, Doenças Cardiovasculares, Diabetes, e doenças autoimunes.

 

Mais evidências científicas que demonstram que a Vitamina D é importante na prevenção de diversas doenças.
Quantas mortes a suplementação com Vitamina D pode evitar? Quanto seria a economia dos gastos do governo com doenças que poderiam ser prevenidas?

 

Em julho de 2007, uma das mais importantes publicações médicas, o New England Journal of Medicine, pede que se aumente a suplementação de Vitamina D em adultos e crianças.
A suplementação com Vitamina D diminui a incidência de depressão, esclerose múltipla, diabetes em crianças e adultos, pressão alta, doenças pulmonares e esquizofrenia.

 

Pesquisas recentes demonstraram que nossa dieta não fornece a quantidade necessária de Vitamina D e uma pesquisa realizada no Havaí demonstrou que nem mesmo uma maior exposição ao sol pode assegurar bons níveis sanguíneos desta importante vitamina.

 

O American Journal of Clinical Nutrition afirma: “Devido a fortes evidências científicas que confirmam o benefício e a segurança da suplementação com Vitamina D, solicitamos aos responsáveis pela Saúde Pública, a imprensa e aos políticos, que novas iniciativas sejam tomadas para assegurar à população o acesso a Vitamina D.”

 

A deficência de Vitamina D é considerada por muitos médicos uma epidemia. E você já toma seu suplemento de Vitamina D diariamente?

 

Quais são seus níveis sanguíneos de Vitamina D? São suficientes para te proteger das mais temidas doenças da atualidade?

 

Vitamina D evita doenças cardiovasculares

 

Bons níveis sanguíneos de Vitamina D evitam o enfarte, é a descoberta dos pesquisadores de Harvard.
Os cientistas acompanharam homens de 40 à 75 anos durante 10 anos. 454 sofreram enfartes neste período.
Os homens que tinham menos de 15 ng/ml de Vitamina D tiveram 2.42 maior risco de enfarte quando comparados com aqueles que tinham níveis superiores à 30 ng/ml. + Vitamina D

Cada paciente responde de uma maneira diferente a um determinado tratamento médico proposto. Portanto, o tratamento deve ser individualizado para cada paciente, que responderá ao tratamento de uma maneira diferente, dependendo de suas condições de saúde, a sua adesão ao tratamento, a prática de exercícios, a mudança da dieta e a adoção de outras mudanças de estilo de vida aconselhadas pelo profissional responsável.

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